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TNR e talentos

mar26

Legislator proposes ‘talent card’ to woo high-end professionals


https://macaubusiness.com/legislator-proposes-talent-card-to-woo-high-end-professionals/


mar26

Retenção de talento é “medida do sucesso” da diversificação

Macau entrou numa nova fase económica: o problema já não é a falta de estratégia, mas a capacidade de a “executar”, diz o professor e diretor do Departamento de Estudos Empresariais da Universidade de São José, Alessandro Lampo, em entrevista ao PLATAFORMA. O sucesso da diversificação “1+4” dependerá sobretudo da qualidade do capital humano e da capacidade de atrair e reter talento internacional. um contexto em que as empresas estrangeiras escolhem investir “pelas pessoas e pelo ecossistema profissional” disponível


https://www.plataformamedia.com/2026/03/06/retencao-de-talento-e-medida-do-sucesso-da-diversificacao/


fev26

Lawmakers call for better talent development as plenary tackles youth unemployment

https://macaudailytimes.com.mo/lawmakers-call-for-better-talent-development-as-plenary-tackles-youth-unemployment.html



jan26
Chefe do Executivo anuncia “revisão completa” do mecanismo de contratação de TNR
https://pontofinal-macau.com/2026/01/22/chefe-do-executivo-anuncia-revisao-completa-do-mecanismo-de-contratacao-de-tnr/

dez25

Perder talentos protege residentes

Dois anos depois do plano de captação de talentos, ninguém sabe se já cá estão nem onde trabalham os 750 talentos selecionados entre 2.079 candidatos. Vamos para terceira fase de um recrutamento “muito seletivo”; focado sobretudo em “proteger os residentes locais” de uma concorrência que pode ser excessiva”. O que “limita a capacidade de atrair profissionais qualificados no exterior”, avisam comentadores


https://www.plataformamedia.com/2025/12/26/perder-talentos-protege-residentes/

Formação sem emprego

Apesar do investimento no ensino superior, muitos jovens em Macau continuam a enfrentar dificuldades em encontrar empregos compatíveis com a sua formação, num mercado marcado pela concentração setorial. Para Tong Ho Laam, membro do Conselho de Juventude, “o principal desafio é transformar a formação académica em oportunidades reais de emprego”

https://www.plataformamedia.com/2025/12/26/formacao-sem-emprego/
dez25

Captação de quadros com margem para melhoria NELSON KOT*

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De acordo com dados divulgados recentemente pela Comissão de Desenvolvimento de Quadros Qualificados, um total de 854 candidatos da primeira e da segunda fase dos Programas de Captação de Quadros Qualificados foi incluído na “lista de quadros qualificados propostos para a captação”. Esses talentos começaram sucessivamente a trabalhar nas indústrias-chave de Macau, contribuindo para o desenvolvimento económico da RAEM.

A terceira fase dos Programas de Captação de Quadros Qualificados aceita candidaturas durante um ano, entre 2 de Dezembro deste ano e 1 de Dezembro de 2026. A 3ª fase do programa mantém-se basicamente igual às duas fases anteriores, mas acrescentou novos elementos destinados a facilitar a captação de quadros qualificados internacionais e de países de língua portuguesa.

Por exemplo, incluiu a regra de “dar mais pontos” aos candidatos com graus académicos conferidos por instituições de ensino superior de renome de Portugal e do Brasil, diplomas em medicina tradicional chinesa e experiência profissional internacional, criando assim condições mais favoráveis para atrair talentos para Macau.

Reconheço e apoio os objectivos da 3ª fase dos Programas de Captação de Quadros Qualificados do Governo e a introdução de condições favoráveis para atrair talentos. No entanto, após uma análise feita às duas fases anteriores do programa, encontrei as seguintes razões para a melhoria:

Primeiro, o desequilíbrio entre a estrutura de quadros e a procura industrial: a economia de Macau depende excessivamente do sector do jogo, com os residentes empregados na indústria do jogo a representar até 28,1% do total da população activa em 2019. Esta estrutura industrial pouco diversificada causou camadas de emprego desiguais entre os talentos e um grave desequilíbrio nos recursos humanos, o que é prejudicial para o desenvolvimento de Macau a longo prazo.

Além disso, na promoção da diversificação adequada da economia, os sectores emergentes como finanças com características próprias, desenvolvimento de alta tecnologia e medicina chinesa moderna receberam muitos investimentos, porém registaram resultados limitados. Essas políticas e quadros não são capazes de atingir o seu pleno potencial, o que merece uma revisão.

Segundo, a política de captação de quadros qualificados implica requisitos elevados e procedimentos complexos: o “Programa para quadros qualificados de elevada qualidade” de Macau exige que os candidatos possuam conquistas notáveis reconhecidas internacionalmente, visando apenas os talentos de topo do mundo. Com requisitos tão elevados, mas pouca atractividade, quem se candidatará aos respectivos programas? Ao mesmo tempo, os procedimentos de captação são complexos e a tomada de decisões é ineficiente.

Por exemplo, a consulta pública sobre questões de captação de talentos só começou em 2022. Este processo de tomada de decisões longo carece de competitividade em relação aos países concorrentes, o que resultou na incapacidade de atrair talentos e satisfazer as necessidades urgentes do desenvolvimento industrial.

Terceiro, mecanismos de formação de quadros não aperfeiçoados: o sistema educativo de Macau concentra-se principalmente no ensino básico e superior, com o ensino profissional a permanecer relativamente fraco. Consequentemente, muitos estudantes preferem não frequentar esse ensino.

Além disso, o ensino superior não se alinha suficientemente com a procura do mercado, formando quadros apenas para certos sectores (tais como administração pública, educação, gestão de empresas e tecnologias da informação). Certos cursos apresentam desconexões com necessidades de desenvolvimento industrial, afectando assim o fornecimento eficaz de quadros qualificados.

Quarto, o regresso de talentos locais carece de vias de desenvolvimento: entre os residentes que vivem no exterior, não faltam quadros qualificados. No entanto, o regresso desses talentos enfrenta obstáculos, tais como oportunidades limitadas de desenvolvimento profissional e procedimentos administrativos complexos, que tornaram o processo de regresso difícil e resultaram num desperdício de talentos locais.

Quinto, a sociedade tem uma mentalidade de auto-preservação em relação à captação de quadros: o mercado de trabalho local encontra-se relativamente isolado, com alguns residentes a temer que os talentos importados lhes tirem o emprego. Essa mentalidade tem dificultado a implementação das políticas de captação e formação de quadros qualificados pelo Governo, comprometendo significativamente a eficácia das respectivas políticas.

Por conseguinte, sugiro que o Governo seja inovador e audacioso, fazendo um planeamento minucioso. Além de atrair talentos para indústrias específicas, deve também ponderar o potencial de desenvolvimento de outros sectores no futuro e definir planos o mais cedo possível.

Além disso, é necessário avaliar como os planos de desenvolvimento do ensino superior e as estratégias de formação de quadros se podem alinhar com as necessidades de desenvolvimento da RAEM. Simultaneamente, devem ser dadas mais oportunidades a estudantes de mestrado e doutoramento com excelentes notas e vontade de se desenvolver em Macau, expandindo assim a reserva de talentos para satisfazer as necessidades de desenvolvimento no futuro.

Espero que o Governo preste atenção a esta questão.

 

*Presidente da Associação de Estudos Sintético Social de Macau

https://jtm.com.mo/opiniao/captacao-de-quadros-margem-para-melhoria-nelson-kot/


dez25

A Direcção dos Serviços para os Assuntos Laborais (DSAL) garante que a contratação de trabalhadores não residentes (TNRs) no território acontece apenas quando a mão-de-obra local é insuficiente. De acordo com o presidente do organismo, Chan Un Tong, as autoridades têm acompanhado de perto o tratamento dos pedidos de TNRs e assegurado que é dada prioridade à contratação de trabalhadores residentes.

A Direcção dos Serviços para os Assuntos Laborais (DSAL) reiterou que a contratação de trabalhadores não residentes (TNRs) só acontece quando os recursos locais são insuficientes, de forma a colmatar as carências do mercado de trabalho local. Em resposta a uma interpelação escrita do deputado Leong Hong Sai, o director da DSAL, Chan Un Tong, afirmou que as autoridades têm acompanhado os processos de emparelhamento de emprego e garantido que as empresas de Macau dão prioridade aos residentes.

Na interpelação remetida ao Governo, Leong Hong Sai salientava a necessidade de encontrar um equilíbrio entre a contratação de TNRs e de trabalhadores locais, salvaguardando os interesses e direitos de ambos. O deputado notou que, embora a contratação de TNRs seja, muitas vezes, uma “opção relevante para satisfazer a procura dos recursos humanos”, é imperativo assegurar a protecção dos residentes e dos seus “direitos e interesses laborais, nível salarial e estabilidade”. “Espero que as autoridades prestem atenção ao actual desenvolvimento dos recursos humanos e às potenciais lacunas no regime dos trabalhadores não residentes, apresentando, quanto antes, soluções viáveis”, vincou.

Na primeira de três questões endereçadas ao Governo, o deputado Leong Hong Sai começa por perguntar quais os planos das autoridades para a implementação de “mecanismos de controlo dinâmico”, com o objectivo de “fiscalizar o princípio relativo ao número limite” de TNRs. Este tema é aprofundado na pergunta seguinte, em que se questiona “como é que as autoridades vão, de forma global, fiscalizar e evitar que (…) os trabalhadores locais sejam alvo de despedimento injustificado ou fiquem com os seus direitos e interesses enfraquecidos ao nível do acesso ao emprego”.

Por fim, o representante dos Moradores dá voz a uma denúncia feita por alguns residentes por si ouvidos, segundo a qual algumas empresas estabelecem limites de idade para a contratação e optam por contratar não residentes em detrimento de pessoas de meia-idade. “Como é que as autoridades vão garantir que, depois de concluída a respectiva formação profissional, os residentes de todas as faixas etárias conseguem encontrar um trabalho?”, interroga.

Na resposta publicada na página da Assembleia Legislativa (AL), o director da DSAL assevera que o organismo “tem cumprido rigorosamente o princípio de que a contratação de TNRs serve apenas para suprir a insuficiência de recursos humanos locais” através do acompanhamento do emparelhamento de emprego na região e da colocação – obrigatória –de uma série de factores de ponderação.

Entre os factores de peso na apreciação dos pedidos, incluem-se “a lei e as políticas, o desenvolvimento económico em geral, a oferta e procura de recursos humanos dos diversos sectores, a dimensão e a situação operacional das entidades requerentes, os trabalhadores existentes e a situação da contratação de trabalhadores residentes”. Para além disso, sempre que os residentes demonstrem interesse e preencham os requisitos necessários a determinado cargo, deverá “sempre” ser dada prioridade à sua contratação. O número de TNRs será, posteriormente, ajustado em função dos trabalhadores locais.

Fazendo referência à segunda questão do deputado Leong Hong Sai, o responsável da DSAL diz que, caso um trabalhador residente seja despedido sem justa causa devido à contratação de TNRs, a acção das autoridades passa por “instaurar processo e revogar, total ou parcialmente, as autorizações de contratação”. Nesta situação, o trabalhador lesado poderá também apresentar queixa junto da DSAL.

Chan Un Tong chama ainda a atenção para a “Plataforma integrada de formação profissional”, lançada há cerca de dois meses a título experimental. Desde então, já foram disponibilizados cerca de cem cursos de formação para os mais de mil utilizadores da aplicação, acessível através da Conta Única de Macau. Tratando-se de uma plataforma ainda em fase de optimização, o director da DSAL informa que estão actualmente a ser recolhidas opiniões e sugestões do público para reforçar a sua “dimensão e eficiência”, ao mesmo tempo que se continua a “dar apoio aos residentes que necessitam de emprego ou de mudança de emprego”.

Numa nota final, Chan Un Tong reafirma que o Governo “continuará a acompanhar de perto a evolução do mercado de emprego de Macau” e a organizar diversas medidas de apoio, como cursos de formação profissional e projectos de certificação.

https://pontofinal-macau.com/2025/12/17/dsal-diz-que-contratacao-de-tnrs-serve-apenas-para-suprir-carencias-do-trabalho-local/





out25 (desemprego???)

Mais de 600 empregos em Hengqin disponíveis para residentes de Macau

A Zona de Cooperação Aprofundada de Hengqin tem disponíveis mais de 600 oportunidades de emprego para residentes de Macau
2025-10-31



As vagas para emprego provêm de 60 empresas de alta tecnologia estabelecidas na Ilha da Montanha, abrangendo setores como inteligência artificial, investigação e desenvolvimento tecnológico, finanças modernas e tecnologia médica.

Os candidatos podem consultar informações detalhadas sobre as vagas de trabalho no portal dos Serviços de Assuntos de Subsistência da zona de Cooperação Aprofundada.

A iniciativa representa mais um passo na integração económica entre as duas regiões, no âmbito do desenvolvimento do projecto de cooperação.

https://www.plataformamedia.com/2025/10/31/mais-de-600-empregos-em-hengqin-disponiveis-para-residentes-de-macau/



May25

Por ocasião das comemorações do 1.º de Maio e Dia do Trabalhador, o Governo reiterou a prioridade ao acesso de trabalho dos residentes, afirmando que vai “ajustar, de forma dinâmica”, o número de trabalhadores não-residentes. O Lam, secretária para os Assuntos Sociais e Cultura, dirigiu ainda agradecimentos à contribuição de mais de 480 mil trabalhadores em Macau, enquanto as associações locais defendem a revisão da lei com maior garantia laboral.

 

O Governo assumiu um “controlo dinâmico” do número de trabalhadores não-residentes “de acordo com circunstâncias sociais”, garantiu O Lam, secretária para os Assuntos Sociais e Cultura, na recepção da Federação das Associações dos Operários de Macau (FAOM), por ocasião da celebração do Dia Internacional do Trabalhador.

A secretária voltou ainda a realçar a prioridade à protecção do emprego dos residentes locais, assegurando que combaterá “rigorosamente” vários actos e práticas ilegais no mercado de trabalho, além de melhorar o mecanismo de promoção dos trabalhadores locais e de aumentar a percentagem dos quadros médios e superiores locais nas empresas integradas de turismo e lazer.

Destacando que o emprego é a maior questão do bem-estar da população, que afecta os interesses das pessoas e o desenvolvimento saudável da economia e da sociedade, a governante disse também que o Governo lançou diversas políticas em prol dos trabalhadores. Quanto ao futuro, segundo a secretária, as autoridades dedicar-se-ão ao estudo sobre o aumento do número de dias de licença de maternidade e de férias anuais, à criação de condições para promover o emprego e o empreendedorismo dos jovens, bem como ao estabelecimento de um sistema de protecção dos reformados. 

“O Governo colaborará com vários sectores da sociedade para criar um ambiente de emprego justo e proteger os direitos e interesses legítimos dos trabalhadores”, prometeu.

No seu discurso, O Lam, em nome do Governo, dirigiu “o mais profundo respeito e as sinceras saudações” aos trabalhadores de todos os sectores em Macau, indicando que Macau tem uma força de trabalho de mais de 480.000 pessoas. A secretária alertou também para a situação “confusa e caótica” do mundo, contudo, disse que o Governo tem a confiança e capacidade para enfrentar os desafios.

Por sua vez, os deputados ligados a esta associação, Ella Lei, Leong Sun Iok, Lei Chan U e Lam Lon Wai, renovaram o pedido de revisão da legislação e dos regulamentos laborais em resposta às solicitações do sector laboral ao longo dos anos, incluindo as alterações do horário de trabalho, férias obrigatórias, trabalho por turnos, trabalho nocturno e o mecanismo de recuperação de salários em atraso. Já os deputados ligados à comunidade de Fujian, Si Ka Lon, Song Pek Kei e Nick Lei, pediram uma resolução para os problemas de desemprego estrutural, bem como o aumento do montante do subsídio de desemprego.

A associação People Power Macau entregou ontem uma petição ao Governo sobre as dificuldades de emprego e os baixos salários dos residentes, criticando a falta de medidas práticas por parte do Governo sobre a matéria.

Por outro lado, apesar de não se verificar nenhum aviso prévio de manifestação, segundo mostram vários vídeos que circulam nas redes sociais, alguns residentes juntaram-se ontem de manhã junto à porta da Direcção dos Serviços para os Assuntos Laborais, revelando um slogan em papéis que alertava para a falta de emprego para locais. Vários agentes policiais estavam nas imediações e falaram com os residentes em causa. Segundo o Corpo de Polícia de Segurança Pública, foi detido um homem por suspeita dos crimes de contra-ordenação e violação do direito de reunião e de manifestação.

 https://pontofinal-macau.com/2025/05/02/governo-compromete-se-com-controlo-dinamico-da-forca-laboral-nao-residente/

ab25

Número de trabalhadores migrantes em Macau atinge valor mais elevado desde 2020

A Região Administrativa Especial de Macau empregava no final de março quase 183.400 mil trabalhadores migrantes, o valor mais elevado desde junho de 2020

https://www.plataformamedia.com/2025/04/30/numero-de-trabalhadores-migrantes-em-macau-atinge-valor-mais-elevado-desde-2020/

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